Eu era você. Perdida, exausta e sem saber o que fazer.
Quando minha mãe, a Francisquinha, recebeu o diagnóstico de Alzheimer, eu me vi diante do desconhecido. Sem preparo, sem método, sem respostas — só medo e culpa.
Nos primeiros anos, errei muito. Discuti quando não devia. Forçou quando não podia. Chorei quando achei que não havia mais saída. A doença quase me destruiu junto com ela.
Depois de anos de estudo, pesquisa e prática, criei o Método LoveCare. Hoje, com 14 anos de experiência, já transformei a vida de mais de 6.000 famílias. E minha mãe, que tem Alzheimer há quase 11 anos, dança, canta e se comunica — prova viva de que o método funciona.